Vem, vem pra criação você também! #9

[ pinturas à óleo + suspense + erotismo = arte anatômicas do espanhol Dino Valls]

[ toy art + cinema = cartazes de filmes do Tomasz Opasinski]

[ humor + super hérois = toys de hérois da DC com visual Mad]

[luz + sacadas inteligentes = gif’s animados do Michael Whaite]

Everyone’s favourite spidery hero…

[ camisa + metalinguagem = estampa de um leão feita de dentes-de-leão da Camisetaria]

Camiseta

[ dobradura + must have = réplica de papel para montar da Torre Eifel]

[ eletrônico + lana del reyismos = Video Games – The Young Professionals (Lana Del Rey Cover) ]

Das 5 às 7, e a França de bem antigamente.

Nunca sofri dessas nostalgias todas que as pessoas sofrem por épocas passadas, pelos períodos antigos, anos 70, 80, e afins. Sempre gostei do tempo que vivo, e das coisas que posso usufruir atualmente. Também não me imagino como um desses ultra futuristas. Mas assisti essa semana, um filme que conseguiu me evocar essa nostalgia que nunca tive:

O filme é de 1962, todo em preto e branco, digo, o começo, bem marcante por sinal… de uma leitura de um tarot, é colorido.  Todo o restante do filme é em Preto e Branco. E se passa numa França linda. Sério. E o nome do filme basicamente resume a sua sinopse. É a passagem de tempo das 5 às 7 horas na vida de Cléo, uma cantora francesa, enquanto espera por um exame médico.

Quando li a sinopse completa, fiquei com medo, pensei logo, CANTORA FRANCESA? Vai ser musical? Não suporto musicais… Mas não, não é musical. Para não dizer que não vemos o poder vocal da Cleo, há sim uma apresentação rápida dela… mas ela é tão bacana, e tão digna, que até vos apresento aqui:

E o filme todo faz boas referencias rápidas e despreocupadas à época, a dominação européia nos territórios africanos, crescimento do trânsito, e até os problemas de saúde da Edith Piaf. Também consegue ser atual. Cléo é solteira e independente, e tem as suas preocupações quanto à vida, amor e morte bem exploradas.

Pensei que o filme seria bem chato e enfadonho, mas não é. É divertido e rápido. Não vou me estender comentando muito, porque esse filme realmente vale a pena ser assistido, então… como eu sou bomzinho, tem link pra download aqui. Baixem e digam o que acharam! 😀

Já pensou? Nazaré Tedesco + Bia Falcão + Odete Roitman + PONHA SEU VILÃO FAVORITO AQUI

HEHE, não, ainda não conseguiram fazer essa reunião de “peças raras” da teledramaturgia brasileira… mas ficou algo bem perto no nível das maldades viu? Conseguiram alguns dos maiores vilões do cinema aqui:

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Fiquei até meio perdido com tanta maldade e vilania junto. Mas todo mundo ama um ótimo vilão hein? Quem nunca teve algum pesadelo tenso com o Dr. Lecter? Sério, saca só o a galera toda:

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Malcom Mcdowell (Alex – Laranja Mecânica)

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Louise Fletcher (Enfermeira Mildred Ratched – Um Estranho no Ninho)

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Sharon Stone (Catherine Tramell – Instinto Selvagem)

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Anthony Hopkins (Dr. Hannibal Lecter – O Silêncio dos Inocentes)

E então? Acha que faltou alguém no meio desse pessoal? (Vi aqui.)

UPDATE: Another Earth

Sobre essa postagem aqui: Melancholia Parte 2 e Parte 3, acabei de ver o Another Earth, e bem… grande equívoco meu chamar ele de qualquer coisa próxima ao grande Melancholia(2011 – Lars Von Trier). Não recomendo o Another Earth.

O filme tenta o tempo todo fazer alusão realmente à Melancholia, com todo o imagético de cores azuis, e de pânico do que pode haver nesse novo planeta, já que ele se mostra como uma cópia idêntica da Terra, e por também ser habitada por seres vivos. Mas onde o filme deveria se destacar e se diferenciar, ele falha completamente.

A história se constrói em cima de um acidente de carro que acontece logo no começo do filme, e o impacto dele na vida dos envolvidos… e bem… vamos aos spoillers. Continuar lendo

Melancholia, parte 2 e parte 3?

Não fui muito ao cinema no ano passado, e nas poucas vezes que eu fui, fui ver repetidamente alguns filmes. Um deles (o melhor de 2011, para mim) foi Melancholia. Estava de férias do trabalho na época, e cheguei a assistir o filme umas 4 vezes na sessão cult (já que o mesmo não estreou aqui na cidade no período normal).

Enfim, eis que depois de muito reassistir Melancholia (e aquele prólogo incrível <3), esbarrei essa semana com dois outros filmes com a mesma temática. O primeiro também é de 2011: Another Earth

A sinopse é a seguinte: “Nas vésperas da descoberta de uma réplica do planeta Terra, uma tragédia altera irrevogavelmente a vida dos dois estranhos, um compositor consagrado e uma jovem estudante ambiciosa cruzam seus caminhos em um trágico acidente e ao se conhecerem começam um caso de amor.”

Lembraram de alguém? Lembraram de alguém? Tô doido pra ver se essa semelhança toda, também reflete a qualidade do filme, por que né? No link do nome do filme, tem o link pra download, desse blog que eu amo, por sinal.

Já o outro “parecido” com Melancholia, e tá para sair nesse ano, é Upside Down. Na história, Adam (Jim Sturgess) e Eve (Kirsten Dunst) são habitantes de dois universos paralelos, separados e atraídos por forças gravitacionais, que se apaixonam. Embora os dois mundo interajam, é proibido atravessa-los permanentemente, logo, o amor dos dois é impossível. É parece que o diretor Juan Diego Solanas veio com tudo!

Esse é bem mais elaborado, vi o trailer dele, e fiquei arrepiado o tempo todo. Sério.

Fui ver Titanic, mas acabei vendo Tubarão…

Um desses meus sonhos de adolescente, era ter uma dessas paredes de quarto bem modernosas, com pôsteres cobrindo do chão ao teto com referências de bandas e filmes que eu gostasse. Seja pela minha chegada tardia às salas de cinema (Primeiro filme assistido: BOB ESPONJA, podem rir… eu deixo), ou seja pela falta de boa vontade do pessoal dos cinemas em repassar os cartazes dos filmes que saiam da grade pro pessoal.

Daí que hoje dando uma olhada pela internet, esbarro com esses ultra posters:

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Wow, wow, wow! Que sacada gigante hein? Quem não pegou pelo menos uma das referências de cada filme, tá precisando ver mais filmes viu? Achei muito bom todos, especialmente esse terceiro do Harry Potter feat. Trainspointting…

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Tem muito mais(muito mais mesmo!) desses aqui no site do pessoal da B3ta: http://www.b3ta.com/challenge/moviemashups/

Num mundo wireless, eu fico assim querendo amor em fios…

List of Scott Pilgrim soundtracks

Image via Wikipedia

Quem ai assistiu “Scott Pilgrim” deve lembrar da música tema cantada pelo Metric, e encenada pela banda “Clash at Demonhead” no filme… a música Black Sheep. Bem, eu sou um apaixonado pela letra dessa música, e tava até comentando sobre ela esses dias, e no refrão dela:

“I’ll send you my love on a wire…”

… e hoje me deparo com essas esculturas com fios:

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São ou não são lindas? Completo instant-love quando vi! As esculturas são obras do artista Gavin Worth. E atualmente estão em exposição numa galeria em São Francisco. Adoraria dar uma olhada nelas ao vivo:

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Vi aqui ó: http://www.fubiz.net/2011/09/26/wire-sculpture/

E fica aqui também o link para a música:

 

 

 

 

 

 

Ainda sobre sexo e cinema.

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Mal terminei a outra postagem, e já tava lembrando de um filme que eu vi tem um tempão já. 9 songs (9 canções) um filme basicamente sobre como boa parte dos relacionamentos são hoje. Ele, climatologista e ela uma estudante intercambista… aparentemente nada em comum. Mas ambos sabiam se entender bem na cama, e nos shows de rock. E o filme basicamente passeia entre as experiências dele e dela na falta de assunto mútua,e os shows que eles iam em Londres.

O filme pegou uma crítica bem pesada na época em que foi lançado. Bem… tem sexo explícito. Muito explicíto até… segundo o que eu li, é o filme mais explícito do mainstream. E se você assistir o filme meio que sem estar no clima, acaba se desvirtuando pra dois caminhos… ou tende a achar que o filme é vazio, e que foi feito apenas para chocar sem nenhuma mensagem… ou acha que o filme é puro pornôzinho clichê.

Mas não é. 9 canções é feito pra um público jovem interessado em aproveitar a vida, onde ela se faz mais comum. Rock e sexo na medida correta como fonte inspiradora da própria realidade.

O sexo vivido pelo casal é destemido e sem “frescurinhas”. Eles brincam de todas as formas, e flertam sem parar com o explícito. Como todo casal também brigam, e logo que rola essa briga, ele acaba indo para o show do Super Fury Animals, detalhe: Sozinho. A música é Slow Life. A letra é uma metáfora de toda a confusão de sentimentos que ele está passando. Entre o eletrônico e o psicodélico.

Tudo que acontece, é encerrado-iniciado por a apresentação de uma banda. Não é um filme intelectual, é simplesmente um exercício sobre os relacionamentos.

A reflexão de Matt vai levá-lo a comparar sua situação com seu trabalho. Na Antártida, blocos de gelo se separam e depois trafegam em direção aos oceanos. Esses blocos chamados icebergs, ao derreterem acabam fazendo parte do mar. É justamente isso que ele viveu. O jovem inglês se separou de um bloco maior e se uniu a Lisa. Ao término, ele faz o caminho inverso e volta à sua origem. O ciclo se fecha com a apresentação da banda Black Rebel Motorcycle Club, a mesma de quando eles se conheceram.

http://www.omelete.com.br/cinema/i9-cancoesi/

Enfim. Pra quem se interessar pelo filme, achei por aí o link pra baixar o filme: É só clicar aqui. Fica aqui também o trailer:

Valentine’s Day e como comemorar melhor o dia, rs.

Pois é. 14/02. Acho que hoje deve ser um dos dias junto com a Páscoa, onde mais se come/dá/ganha chocolates no mundo. Dia de São Valentino, o santo que não se muita coisa, além de onde ele foi enterrado, ou o significado do seu nome: Valente, digno, forte, poderoso. E que adjetivos melhores do que esses pra falar sobre amor?

 

 

Tá. Tem adjetivos melhores sim, e melhores “formas” de se comemorar do que comendo chocolate… e justamente zapeando pela internet, achei essas propagandas ultra sarcásticas e hilárias do Cinémá l’Amour, um cinema pornô de uma das maiores capitais do sexo, Québec(creio que só deve perder pra Amsterdã… rs, será?) cheio de história… 40 anos de “grandes” comemorações, haha. Confiram:

 

cinema-amour-screams.preview.jpgcinema-amour-cry.preview.jpg
cinema-amour-3d.preview.jpgcinema-amour-thumbs.preview.jpg
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P.S.: Encontrei também um curta-documentário sobre a história do cinema… muito legal! Legendadinho no youtube e tudo! Fica o link procês:

 

P.S.S.: Indo mais fundo na pesquisa, descobri que Cinéma L’Amour é o nome de uma banda também! Com um som bem largado, meio minimalista até… os caras fazem um som muito bom até. Me surpreendi com o quanto um cinema com essa história toda pode inspirar tanta coisa! Curtam o som dos caras no MySpace deles:

 

O que vocês acharam? 😛